sábado, 20 de outubro de 2012

Apresentação oral do nosso projeto



IV Mostra de Extensão IFF-UENF-UFF

 Realizada no período de 15 a 19 de outubro, em Campos-RJ.


Bolsistas Flávia Motta e Everaldo Teixeira







domingo, 14 de outubro de 2012

VEM AÍ ......LIBRAS NAS MÃOS DA COMUNIDADE

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA
EDITAL Nº 105 de 24 de setembro de 2012
EDITAL PARA APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO “Ação com a Comunidade” NO INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE – 2012



   O      O projeto em questão visa difundir, através de oficinas, noções básicas de libras para diversos setores da sociedade, visando facilitar a comunicação dos ouvintes
 com os surdos, diminuindo as barreiras linguísticas que os separam.



Ø  Inscrição: de 16 de outubro a 31 de outubro de 2012
Ø  Local: IFF – Campus Bom Jesus – Setor:  NAPNE
Ø  Carga horária: 1h30min semanal   -       Duração da oficina: 10 semanas
Ø  Período do curso: De  29 de outubro a 31 de dezembro de 2012.
Ø  Número de  vagas: 50 pessoas. (2 turmas de 25 alunos).

Ø  Informamos que as inscrições para as oficinas são gratuitas,  aberta à comunidade.
Conteúdo Programático:
  • Conceito de Libras;
  • Surgimento e metodologia de ensino e aprendizagem;
  • Educação de pessoas surdas: identidade e cultura surda;
  • Classificadores – prática;
  • Sinais e Alfabeto Manual;
  • Estratégias iniciais de comunicação com a pessoa surda.
Ø  Metodologia: aula expositiva e prática em LIBRAS.
Público: Profissionais de setores públicos, segurança pública, escolas, comercio, hospital, etc.
Dias da semana: - 2ª feira – 18h30min às 20h
                          5ª feira -  18h30min às 20h

Instrutor (es): Intérprete de LIBRAS: Vivian Mery de Souza
Letícia Ribeiro Souza Gomes (Bolsista).

Ø  Maiores detalhes encontram-se, através do - email: librasiffbji@gmail.com
 e no site: www.iff.edu.br



Coordenadora: Márcia Ribeiro de Souza
Co-orientador:  Adriano Costa da Silva

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Depoimento do Paulo Otávio


Esse moço é meu filho, e tenho o maior orgulhoso de tê-lo como filho.
Ele é um dos presentes que Deus me deu.









domingo, 23 de setembro de 2012

Apresentação de esquete no encerramento da 1ª oficina de libras - IFF Campus Bom Jesus




Esquete: "Inclusão social na escola"

Bolsista do Projeto de extensão, aluno D.A. e alunos que sabem libras



Bolsistas do projeto Libras: Flávia Motta e Everaldo Teixeira.

domingo, 16 de setembro de 2012

I Fórum Distrital em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva

APRESENTAÇÃO:  APADA

REFLITAM!
“...A partir do momento que você aceita a língua da pessoa, você está aceitando a pessoa.”
“....Então se você finge que ele vai falar o português, que ele vai escrever o português, você está fingindo que está aceitando essa pessoa. E e no instante , e no primeiro instante você vai começar a correr com essa pessoa.... por que ela vai te dar trabalho. “
“Porque quando você não se comunica, você começa a chamar aquela pessoa de antissocial, você começa a falar que aquela pessoa te dá problemas, porque não há comunicação. E aí quem é o antissocial? É ele ou somos nós....Porque ele tem que aprender a nossa língua. Agora e nós? Teríamos que conhecer a língua deles?......”
















Em Brasília-DF

27 a 30 de agosto de 2012.

domingo, 9 de setembro de 2012

I Fórum Distrital em Brasília-DF (Em Libras) Profa. Carolina, discutindo sobre a acessibildade em alguns estados brasileiros.







I Fórum Distrital em Brasília - Profa. Carolina, discutindo sobre a acessibildade em alguns estados brasileiros e também Prof. Cacau Mourão falando sobre sua oficina sobre Literatura e Cultura Surda.






Realizado em 27 a 30 de agosto de 2012.

sábado, 8 de setembro de 2012

I Fórum Distrital - David Valente e Sarah Barreto


I Fórum Distrital de Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva
27 a 30 de agosto de 2012 em Brasília-DF






David Valente e Sarah Barreto



I Fórum Distrital - Libras em discussão

I Fórum Distrital - 27 a 30 de agosto de 2012.
Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva- Brasília-DF



Profa. Carolina Sperb (surda) abordando sobre o Surdo e Língua Portuguesa.
(em libras)

Abertura do I Fórum Distrital

27 a 30 de agosto de 2012.








I Fórum Distrital


Exposição de pôster



I Fórum Distrital -Brasília-DF




Pôster do Projeto de extensão
"Aprendendo uma nova língua através dos Sinais"
27 a 30 de agosto de 2012.


Projeto de Extensão em exposição de pôster em Brasília-DF


I Fórum Distrital em Brasília
Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva
Dias 27 a 30 de agosto de 2012






Eliezer Pacheco

Secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social - · Brasília

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Existem leis, mas a realidade é essa ...



As injustiças sofridas por quem tem deficiência auditiva

Não é mole, viu? Apesar de fazer o maior esforço para não publicar coisas pessimistas por aqui, hoje decidi fazer uma compilação de vários momentos ‘ninguém merece’ pelos quais nós passamos! É impressionante perceber as diversas maneiras através das quais um deficiente auditivo – com o perdão da palavra – se ferra. Nenhuma outra deficiência é tão injustiçada quanto a nossa. Duvida? :)

  • O deficiente auditivo quer comprar um carro. Aí descobre que a deficiência auditiva é a única deficiência que NÃO tem direito a desconto no IPI e ICMS e muito menos isenção de IPVA. Nem Freud explica! Até mesmo pessoas com deficiência que não podem dirigir veículo automotor têm direito a esses descontos.
  • O deficiente auditivo faz o seguro do carro. Caso se acidente, não tem como contatar nem polícia, nem bombeiros e muito menos o seguro – afinal, o único modo de contato é aquela inutilidade chamada ’0800 especial para deficientes auditivos e da fala’.
  • O deficiente auditivo abre conta num banco e paga as tarifas como qualquer cliente, mas não tem como se comunicar com o banco fora do horário de expediente, a não ser que cometa fraude pedindo para alguém fingir que é ele ao telefone.
  • O deficiente auditivo tem cartão de crédito, mas não tem como se comunicar com o mesmo – a não ser depois de fazer vários barracos e conseguir ser atendido por email, embora, obviamente, esse atendimento fique limitado a dias de semana e horário de expediente.
  • O deficiente auditivo decide cursar uma faculdade, mas não tem acessibilidade alguma. Ninguém nunca ouviu falar em sistema FM, hearing loop, legendas. E os professores ficam brabos se você pede para que eles falem de frente para poder ler seus lábios. Entretanto, se solicitar um intérprete de língua de sinais, será prontamente atendido. Quem entende isso?
  • O deficiente auditivo vai enfrentar fila numa repartição pública, aeroporto, banco ou loja, e quase sempre paga mico porque ou não tem aviso luminoso, ou tem mas criaturinhas não usam. Será que eles acham que deficientes auditivos são lenda urbana?
  • O deficiente auditivo vai pegar um avião, mas periga de perder o mesmo porque quando trocam o vôo de portão ou alteram o horário, avisam pelo alto falante.
  • Se o deficiente auditivo tiver a audácia de entrar numa fila especial para deficientes, vai ser constrangido e humilhado: sempre tem um infeliz que vem perguntar porque diabos você está ali, ou, pior, quando você explica que tem deficiência auditiva quase tem que mostrar as orelhas pro idiota ‘acreditar’ no fato.
  • Se o deficiente auditivo decide ir ao teatro, é quase certo que vá precisar criar os diálogos na sua própria cabeça. Acessibilidade? Bobagem, estão querendo demais.
  • Se o deficiente auditivo inventa de enfartar sozinho em casa, pobrecito. Vai chamar a ambulância como? Com a força do pensamento? Afinal, ambulâncias, bombeiros, SAMU, polícia e outros serviços de necessidade básica não atendem através de SMS de jeito nenhum!
  • O deficiente auditivo chega em casa e quer assistir ao noticiário local, mas as emissoras regionais acham que closed caption é coisa do diabo, já que até hoje nenhuma disponibilizou.
  • O deficiente auditivo vai ao cinema assistir a um filme nacional que teve patrocínio estatal (o qual ele possivelmente ajudou a pagar com os seus impostos), mas fica boiando porque os manés pouco se importam se ele precisa de legenda para entender o que é dito.
  • O deficiente auditivo faz um plano de saúde, mas é claro que o plano não tem atendimento via chat ou SMS. O único jeito de conseguir marcar consulta médica ou exames é pedindo para um parente/amigo/colega fazer isso por ele. Independência e autonomia? Só é direito de quem ouve!
  • O deficiente auditivo decide gastar uma grana fazendo cursinho preparatório para concursos. Aí descobre que as vídeo-aulas não têm legendas simplesmente porque ninguém achou que isso seria necessário.
  • O deficiente auditivo resolve pagar caro por um plano de TV a cabo. Aí, sem aviso prévio, sem eira nem beira, descobre que a TV a cabo decidiu dublar todos os seus seriados favoritos. O problema não é a dublagem, mas sim a falta de opção de legenda, oras!
  • O deficiente auditivo acha que é hora de comprar aparelhos auditivos novos e com tecnologia atual. Então, fica sabendo que a única ajuda que o governo oferece é um financiamento com juros reduzidos. Super justo, quando esse mesmo governo cobre de isenções e descontos outras próteses, outras deficiências e outras doenças. Fazer o que?
  • O deficiente auditivo quer marcar uma hora num consultório de otorrinolaringologistas ou fonoaudiólogos. Constata que o consultório não tem atendimento via chat (embora tenha, claro, um site lindo) e, ao chegar lá, fica na sala de espera aguardando e se depara com uma TV sem o closed caption ativado. Osso duro de roer…
  • O deficiente auditivo, azarado, fica preso no elevador. Começa a rezar pro anjo da guarda, afinal, hearing loop em elevador no Brasil é uma coisa tão improvável quanto ganhar na mega sena.
  • O deficiente auditivo cacifa (leia-se $$$$) uma palestra bem cara para se atualizar profissionalmente. Chegando lá, descobre que não há nenhum tipo de acessibilidade para ele. Tudo indica que os deficientes auditivos só trabalham em sub-empregos, certo? Afffffffffffff!
  • O deficiente auditivo vai viajar. Ao chegar no hotel, descobre que serviço de quarto, só pelo telefone, e despertador vibratório, eles nunca ouviram falar e nem sabiam que existia. Mesmo que o hotel se diga ‘acessível’.
  • O deficiente auditivo vai visitar um amigo. Ao chegar no prédio, constata que o interfone não tem vídeo e se vê naquela infeliz situação de ficar fazendo força na porta pra adivinhar quando o amigo a está abrindo…
  • O deficiente auditivo participa de uma reunião no trabalho. Na qual nenhum colega se dá ao trabalho de pensar em acessibilidade ou sequer falar de frente para ele.
  • O deficiente auditivo faz um esforço sobre-humano para ficar de aparelho auditivo em casa depois de um dia estafante e cheio de barulhos chatos no trabalho e na rua. A família pergunta, insistentemente “Você está de aparelho? Então como não ouviu o que eu disse?”.
  • O deficiente auditivo mora sozinho e vai dormir. O alarme do seu carro dispara. Os vizinhos sabem que ele está em casa, tocam na campainha, não obtém resposta. Aí arrombam a porta do seu apartamento. E quase matam o cara de susto!
  • O deficiente auditivo se matricula num curso de inglês. A prova escrita ele tira de letra, mas a prova oral envolve ouvir e entender o que uma gravação de CD diz. Não é fácil…
  • O deficiente auditivo deve comparecer a uma audiência no foro da comarca da sua cidade. Acessibilidade zero e ainda por cima juiz, promotor e advogados falam baixinho e sem articular os lábios decentemente.
  • O deficiente auditivo conhece alguém e a pessoa pede o número do seu celular. Quando ele avisa educadamente ‘por favor me envie torpedo pois não escuto no telefone’ quase sempre tem como resposta ‘como assim você não escuta ao telefone? que coisa mais estranha!’  junto com um par de olhos arregalados e uma expressão de pavor.
  • O deficiente auditivo se inscreve na auto-escola. O instrutor o trata como um alien. E quando tira a carteira de motorista, ela diz “uso obrigatório de otofone ou prótese auditiva”. Otofone. OIII???

Fonte:  http://cronicasdasurdez.com/as-injusticas-sofridas-por-quem-tem-deficiencia-auditiva/